Sinto o vento no rosto e ouço o barulho mar. Sombra, olhar no horizonte, nenhuma palavra.

Quando está o seu silêncio?

Embora seja genuinamente falante, há tempos percebi que está na quietude o meu melhor. Sinto tudo conectado. Agradeço cada benção, experiências boas e ruins, rezo com o coração mais puro, lembro com ternura de quem amo e a eles direciono os meus melhores pensamentos.

Ficar em silêncio estimula se olhar de frente, de verso, de dentro.

Ops! Caiu uma folha alí! Na gravidade do ritmo do vento, sem resistir. Eu vi e garanto: há beleza na queda.

Deixar fluir é tão importante quanto  a obstinação. O silêncio me ajuda a equilibrar o quanto preciso de cada um. 

Copacabana. Rio de Janeiro – RJ (Arquivo pessoal)

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